Os caminhos repetem-se todos os dias, assim como se repetem
os lugares dos táxis, o local das passadeiras, a paragens de saída das
zungueiras dos candongueiros, os rapazes que transportam as cargas nos carrinhos
de mão pelo musseque a dentro, e o rapaz que vende bancadas, banquinhos,
carrinhos de mão e prateleiras, feitos com restos de madeiras de obras ou
paletes velhas, e… uma das vezes que olhei, também lá estava exposto uma
trotinete! Alto, isto interessa-me! Na manha seguinte parei, não havia ninguém
ao pé, mas logo apareceu quem quisesse ajudar, e finalmente consegui levar para
casa a Cipireta nova, como lhe chamou o índio!
Ainda pensei dar lhe uma cara nova , pintar de branco ou
azul escuro com umas fitinhas nos punhos do volante, mas acho que esta vai
ficar assim mesmo, natural, para lembrar bem como é boa a simplicidade.
1 comentário:
Adoro o pormenor das jantes-caricas.
Pena que não se encontrem tesouros destes por cá...
Beijos
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