quinta-feira, outubro 08, 2015

Outubro, mês dos Parabéns

Este mês começou em grande para os índios, primeiro a tia Pintas fez anos depois o amigo K, e por fim a nossa querida Pocahontas! isto é que foi praticar a arte da culinária boleira, e a técnica dos bolos de batedeira, martelo pneumático júnior.
Descobrimos esta modalidade dos bolos de pacote e não queremos outra coisa. O sabor é ótimo, a preparação fácil, ficam fofinhos, e é rápido, a farinha tem sempre bom sabor, livre dos gorgulhos de humidade maka aqui da banda, sem ser preciso ter fermento em casa, açúcar ou o chocolate em pó... Agora vamos experimentando as variedades existente e depois elegemos o melhor.
ah! e aproveitamos para "ensinar" o protocolo dos parabéns tribal, ora vejam.


A festa do amigo K.

 O bolo batedeira, martelo pneumático, da pocahontas

 Protocolo parabéns tribal - 1 - cantar os parabéns

 Protocolo parabéns tribal - 2 - soprar a vela

Protocolo parabéns tribal - 3 - beijóó bolo! beijóó bolo!

Protocolo parabéns tribal - 4 - comer o bolo, lambuzar, comer apenas os enfeites da cobertura

quarta-feira, outubro 07, 2015

Andam por aí muitas mãos-de-fada - Aventais Super-Especiais

Para os Chefes-Especiais, nada melhor do que ter uns aventais Super-Especiais.
E para os testar, avançámos assim, com mais um nível na formação de culinária - Bolos feitos com a ajuda da batedeira elétrica, UAU! aquilo é foi ver os bracinhos fininhos a tremer, qual trolha a picar betão com o  seu martelo pneumático, e muita risada à mistura!
No final, o bolo ficou fantástico, a receita era daquelas de pacote onde a mistura de farinhas já vem feita, onde apenas se misturam os ovos manteiga, leite e o preparado, brownie de chocolate, a marca não me lembro, sou péssima a memorizar estas coisas!
Prontos para o próximo nível, ainda com os fantásticos aventais que a tia C. ofereceu no batizado, qual será a próxima receita?




 a vez do índio grande,

a vez do índio júnior, olhó braço a trrremerrrr...

terça-feira, outubro 06, 2015

A grande festa dos Índios e da Pocahontas

Foi um dia muito esperado e ansiado por todos, principalmente pelos índios, que já andavam há muito a ouvir falar do acontecimento, que lhes iam colocar agua na cabeça e acender uma velinha tudo isto para ser abençoado e iluminado pelos anjinhos do céu, o mesmo céu onde vivem algumas pessoas de que muito gostamos, e inclusive participaram na elaboração dos passarinhos que todos os meninos levaram consigo para casa como recordação.
O dia amanheceu a sorrir e a sorrir se deitou, cansado de tanta emoção, brincadeiras, conversas, reencontros, abraços, beijinhos, reunião, docinhos, e bebidas, enfeites e prendinhas e um coração cheiinho de amor.
Os Índios e a Pocahontas agradecem a todos pela presença, carinho e pelos sorrisos que ficaram marcados para sempre.

A cerimónia,





a festa é aqui,




 alguns dos convidados especiais,






 uma convidada de honra, a bisavó,


as pinturas de guerra,




os bolos,





e o brinde final!



Obrigado a todos

E se fossemos dar uma voltinha? Destino, Cabo Ledo, Carpe Diem

Cabo Ledo, no Cacimbo é diferente, tem outra luz, outro encanto! É uma espécie de local de retiro, longe das confusões do verão e multidões sôfregas de uma tarde de praia.

O clima lembra os fins de verão “na minha terra”, uma brisa fresquinha com cheiro a maresia, onde os banhos dão lugar a longas caminhadas à beira mar ou simplesmente espreguiçar à sombra de qualquer árvore, a olhar o horizonte e o set que rebenta por todo o lado, sem ser necessário ir ao “spot” dos “Surfistas”.
Os índios correm, esbaforidos por todo o lado, descalços, como gostam de andar! Livres da rotina, livres no espaço e na natureza!
Ainda não dá para ficar a ler no silêncio enquanto eles se cansam à nossa volta mas ficamos a observa-los a ser crianças e isso faz-nos sonhar também na nossa infância.
Descobrimos algumas coisas, como por exemplo as bolachas da Kianda “sereia”, que nos foi explicado por dois meninos que estavam à beira mar a fazer acrobacias.
Perguntamos se estavam a jogar capoeira ou a dançar break-dance ao que eles responderam, não mádrinha estamos só à brincar!

No caminho, ás vezes temos sorte pois conseguimos ver os macaquinhos das "Lombas" da ponte  da Barra do Kwanza! Que provoca nos índios um misto de medo com curiosidade, que com os vidros do carro aberto espreitam lá para fora, para as copas das arvores ou nos arbustos à beira da estrada, num jogo do esconde-esconde, ou então, "onde está o Wally?". 







Rochedo tartaruga, só podia ser uma descoberta do índio grande!








 

Adeus cacimbo!

Até já verão tropical!

sexta-feira, setembro 25, 2015

Mezinha para os sonhos maus

Já quase a chegar a hora de ir para a caminha, foi dada a ordem de arrumar todos os brinquedos espalhados pela casa.
O índio grande arruma tudo em pequenas caixas de papelão e diz, vou colocar todas as caixas na minha cama, e começou a transportar todos os seus tesouros para o quarto…
Ao que respondi, assim não vais ter onde dormir, ele entra na cama, acomodasse e diz: sabes mama assim não vou ter mais sonhos maus, porque os sonhos quando vierem à minha cama ela já está cheia!
E nessa noite dormiu rodeado de caixas e caixinhas e bonecos!


 

terça-feira, setembro 15, 2015

Férias a Trabalhar

E não é que recebi um bónus? Eu explico.
Fui de Férias com a minha tribo até ali ao lado, e regressei sozinha, em mode trabalho, que me estão a saber a férias.

Finalmente ao fim de quase 5 anos, consegui silêncio por uns dias, noites dormidas sem interrupções, ao ponto de me questionar de manha, já? mas eu, eu, dormi? leitura na cama, sem ser literatura infantil, direito a estender-me no sofá, por mais de 5 minutos sem ser atropelada e beijocada ou simplesmente expulsa do castelo fofinho, copo de vinho a acompanhar o jantar sem pressas ou contratempos... banhos sem paparazzi, pequeno almoço em mode meditação, respirar, sentir, ouvir, degustar, a companhia de uma irmã de coração que veio para a banda e as  conversas sem interrupções, do xixi, do leite, do carrinho que o mano tirou, do..., do...,do..., ... mas, o silêncio foi o que tenho apreciado mais, nem musica me permito ouvir em casa. 

A verdade é que estou a aproveitar tudo isso. Sou egoísta? Deixei de gostar deles? Só má mãe? Sou má esposa? Sou isto? Sou aquilo? Nada! Sou simplesmente um ser humano que precisa também de ter o seu momento, de se encontrar e de retomar o fôlego, porque eles vem aí! e claro, estou cheia de saudades de todos!
Entretanto estes momentos a sós, estão a saber-me ao equivalente a uma semana no Tibete num retiro espiritual!


  

terça-feira, setembro 08, 2015