A semana passada o JT fez 4 anos e toda a família quis dar os
parabéns ao primeiro neto que nasceu na família, houve os parabéns a você, com
o bolo das tartarugas ninja como só podia ser, via skype com três chamadas em
simultâneo, só de loucos, as avós e as tias a cantar em uníssono, (grande
confusão controlada). Mais tarde o pai
disse, J anda cá que vamos ligar ao avó que ainda não te deu os parabéns, ao
que ele, com ar muito indignado, olha para mim e diz: mamã mas ele está no ceú!
Rápidamente o papá respondeu, não, vamos ligar ao avó A!
sexta-feira, março 06, 2015
terça-feira, março 03, 2015
O que por aqui já se fez - Lençóis padrão vintage
Encontrei também estes lençóis, feitos a pensar na nova prima da família, de
um tecido com padrão vintage comprado na banda de cá numa loja que lembra
outros tempos, tipo armazém das utilidades, onde lá no fundo do armazém num
balcão corrido de madeira maciça se podem escolher tecidos em rolo, arrumados
em estantes altas, e alguma retrosaria. Gosto de lá ir porque viajo no tempo e
porque há sempre alguma coisa que nos faz falta para a cozinha, casa,
bricolages e até brinquedos! Para quem por cá vive e por acaso não conhece eu dou uma dica fica na
baixa de Luanda, chama-se Mabílio Albuquerque, a fachada exterior de traça
Portuguesa está recuperada e faz-se notar por ser das poucas reabilitações
naquela zona onde os edifícios de dez e mais andares aos poucos engolem o que
já foi a identidade de uma cidade. Os gostos não se discutem, alguém o disse, e
é verdade, mas cá para nós reabilitar e preservar a memória arquitectónica é
contar a história da identidade do povo, saber projectar o futuro deixando
respirar a arquitectura do passado. Mas isto, é só e apenas o meu gosto pessoal.
O que por aqui já se fez - bonecos de pano
Andava por aqui à procura de umas fotografias para emoldurar
e encontrei uma pasta com uns tesourinhos, até bastante recentes, que quero
partilhar.
Um casal de ursinhos feitos especialmente para um casal de
primos muito especiais, que foi o pai natal que me encomendou!
Uma menina com puxinhos
e uma ursinha que foi a primeira a ser feita e que alguém cá em casa não
largou mais. Já serviu de consolo a muitas crises de mimo.
segunda-feira, fevereiro 16, 2015
Andam por aí muitas mãos-de-fada
Nós por cá, estamos muito mal habituados quanto às prendas de natal, todos os anos existe uma espécie de XanXan XanXannnn! O que será que vamos receber? Não é que estejamos à espera de receber prendas, nada disso, mas sabemos que existe por aí muitas mãos-de –fada que fazem maravilhas e nos presenteiam com esse amor. Venham daí que vou explicar.
Árvore da família
Todos os anos no natal, recebemos prendas que tem um valor
sentimental Enooorme, quer pela sua originalidade quer pelo trabalho que dão a
fazer e sobretudo porque sabemos que quem as fez esteve a pensar em nós. Aliás
esse é o gozo que dá, a quem oferece prendas feitas por si próprio (tendo jeito
ou não). Não quer dizer que não gostamos e não agradecemos as restantes prendas.
Vejam lá se não tenho razão? Uma almofada bordada com a
árvore da família, assim não há dúvidas na hora de explicar aos índios o que é a família, e pelos vistos os primos ZM e A também estudam a lição pela mesma
cartilha. Obrigada tia C.
sexta-feira, fevereiro 13, 2015
Disfarce Noite e dia
Para completar e terminar este assunto de disfarces e porque agora é que é a época, não resisto a partilhar mais esta ideia.
Simples e bem divertida, foi só coser uma lua de feltro na camisola, colar uns sóis nuns óculos de praia velhos (se quiserem da loja do chinês, aqui para a banda, dos armazéns de São Paulo), e colocar a almofada da nuvem às costas.
Ok, ok, nem toda a gente tem uma almofada destas, mas também se pode fazer uma nuvem de cartão, pintar e colocar umas alças! o que conta é o produto final!
Parabéns prima P, adoramos uma vez mais as tuas ideias.
Simples e bem divertida, foi só coser uma lua de feltro na camisola, colar uns sóis nuns óculos de praia velhos (se quiserem da loja do chinês, aqui para a banda, dos armazéns de São Paulo), e colocar a almofada da nuvem às costas.
Ok, ok, nem toda a gente tem uma almofada destas, mas também se pode fazer uma nuvem de cartão, pintar e colocar umas alças! o que conta é o produto final!
Parabéns prima P, adoramos uma vez mais as tuas ideias.
Disfarce de morcego/dragão
Já que estamos em época de disfarces, aproveito para mostrar a capa de morcego/dragão que o índio JT levou no dia do Halloween do ano passado.
Nos mesmos moldes do carnaval recebemos um recado da creche a dizer que os meninos tinham de ir disfarçados no dia do Halloween, desta vez sem imposições de reutilizar e executar...
Primeiro pensamento de uma mãe que trabalha o dia todo, tenho de encontrar uma loja que venda fantasias ou adereços por estas bandas. Ok, encontrei a dita loja que tem esses disfarces, e logo percebi que tinha de arranjar tempo para costurar algo e poupar assim 150 USD para uns minutos de uso.
A ideia foi tirada da internet, e depois foi só criar e cortar os moldes e coser. As cores... sim bem sei que não são as mais utilizadas para o tema, mas, era o que havia em casa.
Resultado, um morcego/dragão, colorido e amigo das criancinhas mais sensíveis e que, de vez em quando serve para voar pela sala desenfreadamente.
Do outro lado do hemisfério houve alguém que também se vestiu de morceguinhos (na vertente reutilização).
Nos mesmos moldes do carnaval recebemos um recado da creche a dizer que os meninos tinham de ir disfarçados no dia do Halloween, desta vez sem imposições de reutilizar e executar...
Primeiro pensamento de uma mãe que trabalha o dia todo, tenho de encontrar uma loja que venda fantasias ou adereços por estas bandas. Ok, encontrei a dita loja que tem esses disfarces, e logo percebi que tinha de arranjar tempo para costurar algo e poupar assim 150 USD para uns minutos de uso.
A ideia foi tirada da internet, e depois foi só criar e cortar os moldes e coser. As cores... sim bem sei que não são as mais utilizadas para o tema, mas, era o que havia em casa.
Resultado, um morcego/dragão, colorido e amigo das criancinhas mais sensíveis e que, de vez em quando serve para voar pela sala desenfreadamente.
Do outro lado do hemisfério houve alguém que também se vestiu de morceguinhos (na vertente reutilização).
Disfarces de Mochinho e Joaninha Voa-Voa
A reciclagem está na moda! Claro que sim! há que incutir
valores desde cedo, e é nas creches que começa este tipo de sensibilização.
E não é que recebemos umas fotografias de Portugal, que nos
deixaram cheios de inveja.
Os fatos reciclados do primo ZM e A que a sua mamã prendada
elaborou para o desfile de Carnaval infantil que se realizou no dia 12 em
Carnaxide, se alguém por acaso os viu, não se esqueçam, São os NOSSOS PRIMOS!!!
Vejam lá se não estão originais?
Simplesmente feitos com embalagens de cereais, uma armação
velha de óculos de praia, individual de mesa estragado, uma camisola velha do
pai. Isto sim, foi reutilizar!
Adorámos!
Disfarces submarino e carro/comboio
Estamos em véspera do Carnaval, e desde que os miúdos
entraram na creche e comecei a trabalhar fora de casa, temos optado por
disfarces pré-comprados, ou seja, facilitismo e consumismo a dupla perfeita.
Apesar de tudo, não é nada fácil, pois como deste lado do
hemisfério tudo é caríssimo e este tipo de coisas, não essenciais á vida
humana, não existem a miúde, temos de as comprar nas férias e fora de tempo o
que nem sempre é fácil mas sempre lá aparece qualquer coisa. Este ano tinha
esfregado as mãos pois num dos presentes de natal apareceram uns pijamas-macacão
das tartarugas ninja, et voilá, menos um
problema para resolver. Até ao dia que recebemos um recado da creche a dizer
que este ano pela primeira vez os papás estavam convidados a participar na festa
elaborando para as suas crias o fato de carnaval com materiais reciclados, sob
o tema de transportes terrestres para a sala dos 2 e transportes marítimos para
a sala dos 4 anos. Que tema tão interessante, pensei eu, não podiam ter
encontrado coisinha mais fácil para uma primeira vez? Caramba, o que eu devia
ter trazido de Portugal na mala eram fitas colas e material de bricolage!
A primeira reacção foi de raiva, logo a seguir de suspiro,
eu sou capaz, afinal sou uma moça prendada de mãos, e a seguir, bolas este tema
é mesmo difícil e estranho para estas idades.
Ok, chega de lamúrias.
1º Pesquisar imagens na net, Pinterest, Google etc,
2º Procurar embalagens e lixo perdido pelas gavetas e cantos
da casa
3º Deixar os índios escolher o fato
4º Mão á obra
Cenário: Sábado de manhã, o sol a raiar lá fora a pedir uma
praínha, chão da sala cheio de tralhas espalhadas, uma mãe descabelada a tentar
criar qualquer coisa que possa ser vestível, dois índios a saltarem-me para as
costas a fazerem mil perguntas, com tesouras e utensílios perigosos nas mãos,
que desespero.
Resultado Final: A meio da tarde já tínhamos dois fatos. Um
submarino para o Mais velho, sala dos 4, e um carro para o mais novo, sala dos
2.
O submarino ficou a matar num mergulhador de banheira no seu
fato isotérmico.
Quanto ao carro que mais parece um comboio, bem…, nem sei que diga mas acho que é
normal para uma criança de 2 anos simplesmente recusar-se a meter um cartão ou
o que quer que seja á sua frente, de lado ou de traz, tudo o que não seja a
dita roupa normal, de preferência com o mickey e o faísca, este miúdo não deixa vestir, por isso vamos levar o
disfarce-carro/comboio-cartão, o que quiserem chamar, para a escola e as educadoras que utilizem como decoração
do salão de festas! Bolas também podiam ter escolhido outro tema!
Quanto aos fatos de tartaruga ninja, bem, já podem sair da
mala e ser usados na sua original função, como pijama! Vamos ter tartarugas
ninja á solta cá em casa.
De volta ao blogue. Agora é que é!
E não é que passou mais de um ano desde a última
atualização do blogue? Nem quero acreditar como o tempo voou.
Tantas alterações desde então! Uma mamã que já não é a tempo
inteiro, dois índios na creche, com horários para cumprir, birras, lutas pelo
mesmo brinquedo, novas palavras, novas descobertas, novas brincadeiras agora em
conjunto. Um novo membro na família! Uma nova priminha!
Passaram-se vários períodos de férias, idas e vindas de
Portugal e Angola e sempre, sempre a crescer. Prometo pôr tudo em dia nos
próximos posts, aleatoriamente.
A costura, essa sofreu um bocadinho com tudo isto, mas mesmo
assim deu para fazer alguma coisinha. Eu bem tento, mas a verdade é que a minha
tribo não me tem dado muito espaço para me concentrar a este nível, e lá me
foge a energia para outras atividades mais, a seu 'bel-prazer'.
Não sei bem por onde começar ou retomar este meu espaço de
partilha, mas sei que tenho algumas fotografias de projetos feitos por mim e
outras pessoas, por mim muito queridas, que gostaria vos mostrar.
Espero que de alguma forma sirva de inspiração e motivação para
quem de vez em quando vem por aí espreitar. Fiquem atentos.
sábado, dezembro 21, 2013
terça-feira, dezembro 10, 2013
a nossa árvore, o nosso presépio
Cá por casa, desde o inicio de dezembro existe uma mini árvore com efeitos feitos por mim em tecido africano, e outros oferecidos pela titi cris no natal passado feitos pelos meninos da creche do cabedelo em viana do castelo.
O presépio é feito de casca de bananeira e é só tirar da caixa e montar, aproveitamos para contar a historia do menino Jesus aos índios.
E uma arvore de parede, feita com ramos de palmeira pintados de branco e atados com fita vermelha.
Tudo muito simples e caseiro.
O presépio é feito de casca de bananeira e é só tirar da caixa e montar, aproveitamos para contar a historia do menino Jesus aos índios.
E uma arvore de parede, feita com ramos de palmeira pintados de branco e atados com fita vermelha.
Tudo muito simples e caseiro.
sexta-feira, dezembro 06, 2013
fruta da época
Por este lado do hemisfério também há a fruta da época, e porque o tempo aqueceu e o verão está instalado aparecem as primeiras mangas doces como o mel, que não estão na fotografia, os mega maracujás deliciosos, o maboque acido-adocicado, e as outras frutas mais comuns o ananás, as bananas e o mamão.
E cá estão elas todas juntas a chamar por nós!
E cá estão elas todas juntas a chamar por nós!
quarta-feira, novembro 27, 2013
ontem foi assim... parabéns papá
Este ano as comemorações foram assim, apenas um bolo, um coração cheio de memórias cá da banda, um desenho feito pelos índios, dois amigos presentes, C., E. e S. e um merecido jantar a dois na mesa 26 no dia 26.
A receita do bolo é esta, obrigada prima P. pela partilha de coisas tão doces.
(1 medida = 1 chávena de chá)
3 ovos inteiros + 2 medidas açúcar
3 ovos inteiros + 2 medidas açúcar
+ 1 medida óleo vegetal
+ 1 medida de cacau em pó
+ 1 medida de cacau em pó
+ 3 medidas farinha
+ 1 colher chá fermento
Levar ao forno em forma untada com manteiga + farinha a 180°C, cerca de 30 min
Cobertura:
Natas batidas com 2 colheres de sopa de açúcar.
Abrir o bolo em duas camadas e rechear com as natas e por fim cobrir o bolo com o resto das natas dando o acabamento que se desejar, neste caso polvilhei com raspa de chocolate preto.
Flores:
Cortar fatias híper finas de ananás e colocar em formas de cupcake e levar ao forno a 180°, cerca de 45 minutos, até ficar com aspeto de flores, ideia tirada no pinterest.
terça-feira, novembro 26, 2013
pista de washi tape
Desde que descobri a washi tape colorida, que não deixa resíduo e por isso podem colar e descolar vezes sem conta, nunca mais paro de as utilizar.
Desta vez foi o papá que participou na brincadeira e construiu uma pista,provisória esperamos nós, na mesa da sala.
Finalmente consegui 10 minutos no sofá a não fazer nada, apenas olhar!
Fácil não é?
Encontrei estas na loja do "el corte inglês", alguém sabe onde mais se podem comprar?
Desta vez foi o papá que participou na brincadeira e construiu uma pista,
Finalmente consegui 10 minutos no sofá a não fazer nada, apenas olhar!
Fácil não é?
Encontrei estas na loja do "el corte inglês", alguém sabe onde mais se podem comprar?
sexta-feira, novembro 22, 2013
Babetes até 18 meses
Estas ultimas três semanas tenho me dedicado a fazer algumas costuras, já a pensar na quadra natalícia que se aproxima.
Estes babetes são um dos trabalhos que vou mostrar, são feitos com dois tecidos, de um dos lados é de tecido de algodão e do outro lado de atoalhado, o que os torna muito muito absorventes ideais para os dias de muita baba ou bebés com muito génio a comer, palavra de mãe, pois já foram testados pelos índios em anteriores modelos.
Caso haja alguém por aí interessado por algum dos expostos basta mandar me um email.
segunda-feira, novembro 18, 2013
e se fossemos dar uma voltinha? Destino, Restinga - Lobito e Benguela - Kapembawé
Mais um feriado 11 de Novembro, dia da Independência de Angola, mais uma oportunidade para poder descobrir mais um bocadinho deste país repleto de maravilhas naturais. Uma escapadinha de 3 dias.
Já agora, vale a pena ir dar uma espreitadela nestes vídeos
http://www.youtube.com/user/7MaravilhasAngola, para ter uma ideia do que há por aqui para descobrir.
Foram três dias cheios, de quilómetros de estrada, de paisagens novas, de novos olhares, novos reencontros com amigos.
1º dia:
Parámos em Porto Amboim para tomar pequeno almoço, no caminho para o Sumbe para comprar esteiras, e Lobito para ficar.
Deixámos repostar por um almoço tardio à beira mar com a presença inesperada de uns amigos, brincadeiras ao final de tarde num jardim infantil público,anos 70, que nos fez viajar á nossa infância, e um jantar com uma amiga especial para terminar o dia em pleno.
2º dia:
Nada de ficar na cama, a claridade da Restinga fez pular toda a gente ás 6h da manha e toca a sair de casa. Para onde? pois... vamos só! é o nosso lema!
Destino, Lodge Kapembawé, já depois de Benguela em direção ao Lubango, existe uma cortada à direita na localidade da Talamajamba que nos leva em picada até ao Lodge que está inserido no Parque Ambiental AMAC que possui uma área total de 10.000 Hectares totalmente vedada ao longo dos seus 65 km de extensão.
Para nós foi uma agradável surpresa e apenas fomos passar o dia, mas fica o registo como um destino a pernoitar numa outra oportunidade.
A paisagem é seca, árida e imensa, as montanhas veem se no horizonte longínquo, a vegetação é rasteira e seca, sente-se África!
A privilegiada localização do Lodge, no cimo de um monte, proporciona uma vista desafogada em todas as direções. Os pormenores de construção e de decoração foram pensados para aquele local o que transmite ao visitante uma vontade de ficar nem que seja para tomar uma bebida a olhar o imenso horizonte longínquo. Mas existem muitas atividades para fazer, como sendo, percursos pedestres, de bicicleta ou mesmo de burro, além dos safaris com direito a um picnic pelo caminho. Ao entardecer o ambiente compõe-se com o acender da grande fogueira exterior aquecendo o ambiente já frio da noite.
Mesmo não tendo feito safari,por já não haver vagas, entre piscina, almoço, caminhadas, e uma ultima bebida no calor da fogueira, o dia foi pleno, e no caminho para casa houve quem dormisse rendido ao cansaço.
3º dia:
Lobito - Restinga, praia, mergulhos, areia, almoço perlongado e de novo á estrada rumo a Luanda e muitos quilómetros a percorrer.
Chegamos tarde, pois chegámos, mas com a barriga cheia! Venha mais uma escapadinha!
Já agora, vale a pena ir dar uma espreitadela nestes vídeos
http://www.youtube.com/user/7MaravilhasAngola, para ter uma ideia do que há por aqui para descobrir.
Foram três dias cheios, de quilómetros de estrada, de paisagens novas, de novos olhares, novos reencontros com amigos.
1º dia:
Parámos em Porto Amboim para tomar pequeno almoço, no caminho para o Sumbe para comprar esteiras, e Lobito para ficar.
Deixámos repostar por um almoço tardio à beira mar com a presença inesperada de uns amigos, brincadeiras ao final de tarde num jardim infantil público,
2º dia:
Nada de ficar na cama, a claridade da Restinga fez pular toda a gente ás 6h da manha e toca a sair de casa. Para onde? pois... vamos só! é o nosso lema!
Destino, Lodge Kapembawé, já depois de Benguela em direção ao Lubango, existe uma cortada à direita na localidade da Talamajamba que nos leva em picada até ao Lodge que está inserido no Parque Ambiental AMAC que possui uma área total de 10.000 Hectares totalmente vedada ao longo dos seus 65 km de extensão.
Para nós foi uma agradável surpresa e apenas fomos passar o dia, mas fica o registo como um destino a pernoitar numa outra oportunidade.
A paisagem é seca, árida e imensa, as montanhas veem se no horizonte longínquo, a vegetação é rasteira e seca, sente-se África!
A privilegiada localização do Lodge, no cimo de um monte, proporciona uma vista desafogada em todas as direções. Os pormenores de construção e de decoração foram pensados para aquele local o que transmite ao visitante uma vontade de ficar nem que seja para tomar uma bebida a olhar o imenso horizonte longínquo. Mas existem muitas atividades para fazer, como sendo, percursos pedestres, de bicicleta ou mesmo de burro, além dos safaris com direito a um picnic pelo caminho. Ao entardecer o ambiente compõe-se com o acender da grande fogueira exterior aquecendo o ambiente já frio da noite.
Mesmo não tendo feito safari,
3º dia:
Lobito - Restinga, praia, mergulhos, areia, almoço perlongado e de novo á estrada rumo a Luanda e muitos quilómetros a percorrer.
Chegamos tarde, pois chegámos, mas com a barriga cheia! Venha mais uma escapadinha!
Subscrever:
Mensagens (Atom)





